27 de setembro de 2010

Eis o Sol, eis o Sol
Apelidado de astro-rei
Eis que achei o grande culpado
Desse meu viver destrambelhado
Me viro no ce do centro
No porta-malas da estação central
Dançarei pelado na cratera da lua
Mesmo sem saber onde termina
A minha e onde começa a sua
Rebolarei embaixo da marquise
Triste trópico paraíso
Se eu dissesse que eu ia
Você ia e eu não ia
Deixa a tristeza deitar
Rolar na minha cama
Um milhão, trilhão de vezes
Reviro alegria
Salto pro amor
Um vício só pra mim não basta
É uma inflação de amor incontrolável
Tá lotado, tá repleto de virtude
E vício meu céu...

(Cazuza)


 


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