11 de setembro de 2010

Ok, ok. A gente não pode ser grande não é? É mesmo complicado ser gente grande.
Mas e se eu quisesse ser assim pequenininha pra me esconder no meio das suas coisas e estar sempre com você mesmo você nem se importando.
É, não adiantaria também.
E se toda essa sua indiferença for só auto-proteção, como eu vou saber?
Como quebro todos os seus muros com a coragem de correr o risco de você nem ter um coração? Ou vai que você até tem mas vai ser tão agressivo parar protegê-lo que eu vou ter vontade de sair correndo e me esconder debaixo da cama pra nunca mais sentir tanto desamor assim.
Não sei, não sei.
Sabe, não são 6 dias, 6 semanas. São 6 meses cara! E nada, e nada. Nada se resolve. Nada se define.
Não sei como te atingir por dentro, tirar seu fôlego, ocupar toda sua mente, roubar seu coração, assim mesmo, desse jeito super piegas, mas que provavelmente seria muito funcional, roubar seu coração.
Como correr até você e te abraçar como se fosse o nosso fim, e te beijar sem querer saber se vão ter muitas pessoas observando essa atitude desesperada, e dizer baixinho, sem ter que me explicar depois, o que ensaio dizer a tanto tempo:
- Gosto de você. Gosto muito de você.

(Fernanda Borba)



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