15 de novembro de 2010

E pela primeira vez em muito tempo não estou gostando de ninguém
Não tenho obsseções, não penso o dia inteiro em uma só pessoa, não perco minha concentração por isto.
Ouço músicas, várias delas, e elas só significam o que realmente significam, e não mais parecem ser escritas exatamente para uma pessoa. Posso ouvir qualquer música mais "dor de cotovelo" que exista e não ficar mal, nem um pouco.
E estou em um estado de paz de espirito incrivel. Como nunca antes estive.
Não quero gostar de ninguém agora. Estou tão feliz gostando de mim mesma. Colocando meus pensamentos no lugar e podendo ver o mundo e as pessoas exatamente como elas são, sem tentar achar sinais em nada.
Desde meus treze anos venho gostando de vários caras, consecutivamente, sem intervalos.
Preciso de um tempo agora. Um tempo para mim.
Conheci um cara encantador. No jeito dele.
E já faz tempo que não conheço alguém assim. Alguém que eu não ache monótono demais. E até sinto vontade de usá-lo como inspiração para o que eu escrevo, mas acho que como amizade seria tão mais perfeito, que por ora me esqueço de tudo o que posso pensar e me lembro de não tentar controlar demais a vida.
Por enquanto, só
E feliz sim, bastante.


(Fernanda Borba)



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