16 de novembro de 2011

É, vida.
Estou enfim de coração vazio, vazio.
Alma lavada, cara deslavada e prontíssima para charfudar na lama de um novo amor qualquer.
Se tiver direito a uma só exigência, mesmo não estando em condições de exigir nada, então peço: que não seja medíocre, só não me venha com um novo amor medíocre, vida! Ou serei obrigada a lhe dar as costas.
Seja breve comigo, me dê um amor breve e cheio de sutilezas vãs, destas que só interessam no ínicio, mas não menos importantes que todo o resto da vida.
Me dê um lugar onde meu coração possa morar, já que meu peito o desabrigou, e me dê um punhado de respeito e bem querer. Serei feliz. Prometo. Serei muito feliz desta vez.

(Fernanda Borba)


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