14 de dezembro de 2010

Se eu conseguisse aceitá-lo como uma parte boa da minha vida, eu não teria motivos para ficar infeliz.
Se eu não quizesse sempre mais do que isto, tudo seria leve, divertido, como deve ser.
Porque eu sei que não é um sentimento egoísta, porque ao contrário de vários outros, não me importa o que você sente por mim, o que eu sinto já me basta.
Porque não me importa todas as coisas que você faça, ou o quanto eu sempre tente te ignorar, eu adoro
você.
Eu não tenho nenhuma resistência a você.
Já faz tanto tempo, e a maior parte das coisas que escrevi sobre você eram quase pedidos desesperados de que você fosse embora, ou não se aproximasse demais.
Tudo porque você é a única pessoa que pode me deixar inexplicavelmente feliz e inexplicavelmente triste.
Talvez você esteja indo embora, e eu não queria que fosse assim. Com tanta coisa mal resolvida aqui, ainda.
Mas talvez não haja outra forma, ou uma forma melhor de se fazer isto.
(Fernanda Borba)



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